Perfil da Unidade
O CTOE -
Centro de Tropas de Operações Especiais O CTOE, tem as suas raízes no Regimento de Infantaria 9, foi criado
em 16 de Abril de 1960, para formar unidades em operações de contra-guerrilha,
operações psicológicas, e montanhismo. Essas unidades de infantaria ligeira
tinham o nome de Caçadores Especiais e foram as primeiras unidades no Exército
Português a usar uma boina castanha e camofelado. Eram unidades de A 4ª Companhia de Caçadores Especiais foi uma da mais ativas. Pelo final de 1961, os Caçadores Especiais viram algum do seu treino foi incorporado na instrução do exército regular, e boina castanha e camofelagem extendeu-se a todo o exército. O CTOE permanece, agora com a tarefa de dar cursos a oficiais e a oficiais não-comissionados, e formar tropas Comandos. Em 1980, o CTOE formou as suas próprias unidades de operações: BEOBE.
O CTEO tem uma série de cursos:
COE - Curso de Operações Especiais . ação direta; ação
indireta(insurgência e guerrilha, contra-insurgência e contra-guerrilha, e
ajuda militar) - 21 semanas. Curso de Sniper (requere o curso de COE): 14 semanas. Curso de Patrulha de de Reconhecimento de Longo Alcance(requere curso de
COE): reconhecimento e operações de ação direta (8 semanas). Curso de Operações Regulares(somente para oficiais e oficiais
não-comissionados do Quadro Permanente): organização, instrução, e orientação
das das forças regulares com o objetivo de defender o território
nacional(Portugal) quando invadido e começar as ações de resistência(4
semanas). Curso de Operações Psicológicas. Curso de Montanhismo. Curso de Prevenção e Combate de Ameaças Terroristas. Curso de Mergulho de Combate Curso de Controlador Aéreo Avançado Curso de Médico de Combate Curso de Sinaleiros Curso de Demolições Curso de Guerra Nuclear e Biológica. Curso Hummint Curso de Pára-quedismo Militar. Curso de manobra de pequenos barcos.
Ranger português em treinamento Os soldados das Operações Especiais também tem cursos em países amigos:
Aerotransportadas/Forças Especiais - Estados Unidos
Curso de Sniper - Reino Unido
Curso de Patrulha de Inverno- Alemanha
Curso de Reconhecimento e Patrulha de Longa
Distância - Alemanha
Curso de Operações Especiais- Espanha
Treino de Inverno- Noruega Treino centrado no homem "Tem que se olhar para o
Preparação rigorosa Lembrando da necessidade de se
operar muitas vezes no frio em áreas como a Bósnia ou o Afeganistão, militares
do CTOE reconhecem que o frio é a área que oferece mais problemas em termos de
capacidade de resistência e preparação do ser humano. Mas, aparentemente, este
não é um problema. Por um lado, porque o clima na zona de Lamego, onde os
militares de operações especiais residem, não é propriamente ameno. Por outro,
os militares fazem regularmente treinos específicos em ambientes frios e de
montanha. Treinam todos os invernos na serra
da Estrela e participaram de exercícios internacionais no âmbito da NATO no
Norte de Noruega a temperaturas que rondam os 40 graus negativos. Numa força
irregular, o importante é a moral e a predisposição ao sacrifício. Tempo de aprestamento Entre os militares, quase todos se
lembram de férias ou dias de descanso interrompidos repentinamente. "Uma vez,
um militar estava de férias no Algarve com a família. Foi chamado e oito horas
depois estava aqui, pronto para ir para o teatro de operações", recorda um
graduado do
Operações no exterior Os
Diante de seus compromissos com a
OTAN, Portugal enviou um contingente militar para o Afeganistão. como parte
desta força estava uma Companhia de Comandos. Sua missão operacional estava
direcionada para a província de Kandahar, epicentro da insurreição talibã no
sul do país. Caberá à Companhia de Comandos apoiar o esforço de expansão das
posições da NATO e do exército afegão (ANA) na região de Kandahar, a área de
maior atividade operacional no Afeganistão, de forma a negar espaço de manobra
à insurreição. A área de Kandahar é um dos principais alvos do esforço de
reforço do dispositivo de forças da NATO e dos EUA no Afeganistão (cerca de 60
mil homens no total). O contingente português da QRF
(força de intervenção rápida) é formador por 157 militares: 11 do grupo de
comando, 115 da 1ª Companhia de Comandos, sendo quatro das Operações Especiais
(Snipers), 24 do destacamento de Apoio e Serviços (módulos Sanitário,
Transmissões e Manutenção) e sete da Força Aérea, que formam o Tactical Air
Control Party. Quanto a países, estão cá representados os cinco continentes. A
missão portuguesa se encerrou em 2008. Ficando apenas alguns 15 instrutores, a
cabo com a tarefa de formação de militares afegãos. Operadores das forças
especiais portuguesas em missão coleta de inteligência
Material: - Uniformes similares aos
das tropas britânicas sobretudo para os modelos "woodland".
- Pistola semi-automática Sig
Sauer P228 em 9mm. ![]() - Sub-metralhadoras H&K MP5 A3 e SD6. ![]() ![]() Sub-
Para se deslocar os membros utilizam veículos 4x4, para operações em montanhas e desertos e também embarcações rápidas do tipo "Hurricane" que podem ser utilizadas em operações no território nacional para escoltar ou abordar os navios nas fronteiras marítimas e suspeitos de tráfico de droga ou transporte de ilegais. OS 10 MANDAMENTOS DO RANGER 1 - O Ranger é auto-disciplinado e de pronta obediência 2 - O Ranger resiste à fome, à sede, ao cansaço e à incomodidade 3 - O Ranger está sempre pronto porque a sua razão o impõe e a sua preparação o permite 4 - O Ranger pondera conscientemente todas as suas decisões não voltando nunca a cara ao perigo 5 - O Ranger tem confiança nos chefes, respeita-os e faz-se amar pelos subordinados 6 - O Ranger é generoso na vitoria e paciente na adversidade 7 - O Ranger regula o seu procedimento segundo os ditames da honra e do dever 8 - O Ranger orgulha-se da dignidade da sua missão devotando-se a ela com entusiasmo e abnegação 9 - O Ranger é leal e tem no patriotismo a mais nobre das suas virtudes 10 - O Ranger supera-se constantemente pela sua firme vontade e pelo seu
indômito valor.
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