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Perfil da Unidade
Comando Brandenburg Durante a Primeira Guerra Mundial,
os grandes feitos do general alemão Paul von Lettow-Vorbeck, em sua guerrilha
magistral na África Oriental, e T.E. Lawrence, com seus ousados raiders usando
os árabes contra os turcos no Oriente Médio, influenciaram fortemente um jovem
capitão que serviu ao lado de Lettow-Vorbeck, chamado von de Theodore Hippel. O Abwehr obteve seu nome da
combinação de - ab - que significa fora, e - wehr - que implica em
defesa. Este nome enganoso nasceu nos dias da República de Weimar durante os
anos vinte, quando os comunistas e dissidentes eram espionados para se prevenir
insurreições. O Abwehr evoluiu durante os anos, primeiro sob o comando do
Capitão Konrad Patzig e então depois sob a tutela do Almirante Wilhelm Canaris,
até se tornar uma agência de espionagem a serviço do Exército alemão. O Almirante Canaris deu então a Hippel a oportunidade para formar uma nova unidade como o Ebbinghaus, que serviria sob o comando do Abwehr. Em 15 de outubro de 1939, com o nome de unidade Lehr Bau Kompagnie z.b.V. 800 (Companhia de Demonstração para Usos Especiais No. 800), ou simplesmente No. 800, constituída principalmente de voluntários vindos do antigo batalhão Ebbinghaus, foi fundado oficialmente em Brandenburg, de onde adotaria esse nome mais curto, como Companhia Brandenburg. Em janeiro de 1940 fpo ampliada para a dotação de batalhão, e passou a ser chamado oficialmente de Bau-Lehr-Bataillon Ebbinghaus. Por causa da sua localização em Brandenburg, os membros desta unidades eram conhecidos como Brandenburgers ou Brandenburgueses O batalhão original consistia em quatro companhias;
Depois o Batalhão recebeu adições de um pelotão de pára-quedista, um pelotão de motociclistas e vários outros pelotões especializados.. Em 12 de outubro de 1940, o batalhão foi aumentado a nível de regimento. Embora o Branderburg fosse parte do Abwehr, eles estavam servindo sob as ordens da Wehrmacht, o que causava as vezes muitos problemas. Os métodos de recrutamento para os homens da Brandenburg eram bem diferentes das demais unidade de elite alemãs, como as SS. Em vez de procurar os soldados com características nórdicas, com cabelo loiro e olhos azuis, Hippel vasculhou por toda as fronteiras da Alemanha para achar homens eslavos ou de outros grupos étnicos. Todo membro da Companhia Brandenburg era voluntário e devia ser fluente a princípio em um idioma estrangeiro, como tcheco, russo, lituano, finlandês, estoniano, polaco, ucraniano, etc. E eles tinham que saber a cultura local, hábitos e maneirismos desses paises muito bem. Em vez de ser "o mais puro racialmente", eles deveriam se parecer o máximo com os seus inimigos, para poder se misturar entre eles e sabotá-los. Como disse um Brandenburger, como ficaram conhecidos esses soldados: "eles deveriam saber cuspir como um russo". No treinamentos desses homens era muito enfatizado a alto-confiança e o sangue frio, pois esses soldados operariam atrás das linhas inimigas, muitas vezes vivendo entre inimigos e prontos a serem descobertos a qualquer momento. Eles deveriam ser inteligentes e sempre preparados para usarem métodos não-ortodoxos para alcançar os objetivos de cada missão se necessário. Por exemplo, durante o treinamento eles tinham que tirar impressões digitais de um chefe-de-polícia local sem que este notasse, ou vigiar e capturar 5 soldados do Exército alemão e os leva para a base dos Brandenburgers. O treinamentos dos Brandenburgers incluía o ensino de idiomas estrangeiros, táticas de combate de pequenas unidades, pára-quedismo, demolições, guerrilha, contra-guerrilha, navegação, comunicações, operações encobertas, uso de veículos, armas e aeronaves inimigas, inclusive tanques como o M4 americano e o T-34 russo. Alguns homens foram especificamente treinados como pilotos ou foram treinados em falsificação, demolições ou camuflagem. Uma companhia foi formada com 127 esquiadores, para lutar no Norte da União soviética, sendo equipada com trenós puxados por cachorros. Em resumo, eram soldados altamente qualificados e treinados para operarem em qualquer terreno, em qualquer tempo e realizarem qualquer missão. Missões
Bélgica
Holanda
Bálcãs Após estas conquistas, os Brandenburgers, agora organizados como um regimento, treinaram para a invasão da Inglaterra, a Operação Leão Marinho, a tomada de Gibraltar, a Operação Félix, recrutando para isso muitos veteranos da Guerra Civil Espanhola. Porém ambas operações foram canceladas.Quando Hitler virou a sua atenção para sul, para os Bálcãs, e foi posta em ação a Operação Marita e, novamente, os Brandenburgers, prepararam o caminho para o avanço dos alemães. Em 5 de abril de 1941, um dia antes da invasão a Grécia e Iugoslávia, 54 homens do 2º Batalhão tomou as doca em Orsova, no Rio Danúbio. Outra unidade capturou a ponte sobre o rio Vardar na Grécia, próxima a Salónica, durante a ofensiva alemã. Os Brandenburgers também estiveram em Atenas antes das forças alemãs, içando a bandeira com a suástica na Acrópolis. A partir de Maio de 1943, surgiram a Legião Montenegrina e a Legião Muçulmana, ambas formadas por Albaneses, Bósnios, Macedônios e Montenegrinos de fé islâmica. Combateu principalmente nos Bálcãs, caçando guerrilheiros. Todas estavam ligadas de certa forma aos Brandenburgers.
Rússia
Para a invasão da Rússia, foram recrutados voluntários ucranianos, que foram anexados ao 1º regimento. Este grupo Rouxinol teve a missão de capturar um estação de rádio 6 dias após a invasão, lá eles proclamaram um estado independente ucraniano. O Batalhão "Nachtigal", foi a primeira unidade legionária da Wehrmacht. Era formado por ucranianos ocidentais liberados das prisões polonesas, aos quais se somaram ucranianos anticomunistas, que odiavam os soviéticos. O chefe da unidade, uma espécie de comissário, era o Professor Oberlánder, que mais tarde seria Ministro de Refugiados da República Federal da Alemanha. O comando do "Nachtigal" era do Tenente Herzner, o mesmo que cinco dias antes de começar a guerra havia participado a operação Jablunka na Polônia. Considerando todas suas
realizações, seria difícil de declarar uma missão mais impressionante que outra,
mas houve uma ocasião quando os Brandenburgers pareciam exceder a si
mesmos. No inicio de agosto de 1941, um destacamento Brandenburg com 62 homens
do Báltico e dos Sudetos, comandados pelo Barão Adrian von Fölkersam penetrou
mais longe em território inimigo que qualquer outra unidade Brandenburg.
Apelidados de "o grupo selvagem", eles empreenderam um longo avanço para tomar
os campos petrolíferos de Maikop. Usando uniformes do NKVD (a polícia secreta
russa) e transportes militares russos, Fölkersam infiltrou-se nas linhas
soviéticas. Os Brandenburgers colidiram imediatamente com um grande grupo de
desertores do Exército Vermelho, e Fölkersam viu ai uma oportunidade para
usá-los. Conseguiu convencê-los a voltar para a causa soviética, e se misturou
com os mesmo, se movendo sem muitas dificuldades atrás das linhas inimigas.
Fölkersam encontrou-se com o comandante das defesas de Maikop e lhe explicou como convenceu os desertores a voltares para as suas linhas, garantido a estes que eles não seriam punidos. Como prêmio foi com o próprio general russo, que estava muito contente de ter um alto oficial da NKVD de Stalingrado a seu lado, fazer uma excursão pelas defesas da cidade no dia seguinte. O general inclusive discutiu com Fölkersam as vantagens e as desvantagens do seu sistema de defesa. Em 8 de agosto, o exército alemão estava a apenas 20kilometros dali. Usando granadas para simular um ataque de artilharia, os Brandenburgers tomaram o centro de comunicações da cidade. Fölkersam foi então para os defensores russos e lhes falou que uma retirada estava acontecendo. Tendo visto Fölkersam com o seu comandante e faltando qualquer comunicação para contradizer ou confirmar a declaração dele, os soviéticos começaram a evacuar Maikop. O exército alemão entrou na cidade sem lutas no dia 9 de agosto de 1942. Uma companhia (a 15a) foi formada por 127 dos melhores esquiadores da Alemanha, inclusive um Medalha de Ouro das Olimpíadas de 1936, e recebeu treinamento especializado para operar na extensa região do Circulo Ártico, que forma a área de fronteira russo-finlandesa, especialmente nas cercanias do porto russo de Murmansk. Esta unidade foi a responsável por um dos mais espetaculares raids do Front Leste. Guiados por finlandeses, os Brandenburger atravessaram os piores pântanos da Europa, durante duas semanas, assolados por milhões de mosquitos e outros insetos, pesadamente carregados com armas, explosivos, barcos e mantimentos, para atingirem a famosa ferrovia de Murmansk, por onde escoava todo o material de guerra enviado pelos Aliados aos russos. Minaram a linha numa dúzia de lugares, preparados para explodirem aleatoriamente, durante uma semana, o que forçou os russos a despenderem enormes esforços em homens e material para manterem a linha aberta. Quando os russos se deram conta de que as explosões eram sabotagem, e não acidentes, mandaram tropas da NKVD (antiga KGB) para a região, e numa ocasião estes abriram fogo indiscriminado contra uma multidão de soldados russos e civis que tinham vindo ver o que acontecia, por medo de sabotadores, causando um verdadeiro massacre. No verão de 1942 foi criada uma companhia de raiders, para operações fluviais e ribeirinhas, formada por voluntários do Cáucaso.Sua área de atuação eram os inúmeros rios, lagos e córregos do Front Leste. Na Rússia, os Brandenburgers foram a escolha óbvia para combater os partisans, que estavam atacando as linhas de provisão alemãs. Com voluntários russos eles criaram destacamentos anti-partisans.Também se usou os Brandenburgers para ataque bases navais com pequenas lanchas. Equipamentos
No inicio, os Brandenburger foram equipados com armamento já não mais utilizado
pela Wehrmacht. Usaram submetralhadoras Schmeisser MP28/II e Steyr MP16, armas
obsoletas para os padrões da Wehrmacht. Mais adiante, quando seu desempenho
passou a ser notado, passaram a receber armas e equipamentos conforme pedidos
especiais, como submetralhadoras MP40 e pistolas equipadas com silenciadores.
Preferiam as pistolas Luger P.08 em lugar das mais modernas Walther P.38, pois a
precisão das P.08 era superior, porém na prática usavam muito mais equipamento
inimigo do que propriamente alemão.Especialmente no front russo, os
Brandenburgers usavam as
PPSh M41 russas e as Suomi M.1931 finlandesas. Unidades inteiras de
Brandenburgers eram armadas com equipamentos inimigos. Os
Brandenburgers usaram
também submetralhadoras inglesas Sten Mk.IIS com silenciador, capturadas dos
estoques lançados pela RAF para a resistência.
Dotações O tamanho das unidades variava de acordo com a missão recebida. As vezes eram formadas equipes de 2 a 12 homens, as vezes chegava-se a 300, uma companhia completa. Um grande número de operações levava os soldados a operarem todo tempo bem atrás das linhas inimigas. Freqüentemente eles usaram equipamento capturado ou se disfarçaram como soldados inimigos, às vezes usavam inclusive documentos falsos de identificação. Em operações encobertas, todos os homens eram equipados com uma pílula de veneno, para tomarem caso corressem o perigo de serem capturados. A Divisão Brandenburgo Um dos quatro regimentos regressou para a Frente Leste, e os outros três, exceto um batalhão que operou na África do Norte, foram enviados para os Bálcãs. A missão ali era dar combate aos partisans iuguslavos, em operações anti-guerrilha. Quando a Itália capitulou e passou para o lado Aliado, numerosas unidades Brandenburgers , em especial as que tinham numerosos tiroleses do Sul, que falavam fluentemente italiano, foram utilizadas para desarmar as unidades italianas na Grécia, Bálcãs e Itália. Oriente Médio e Ásia
No Oriente Médio a Abwehr previu a utilização de forças hindus numa eventual
campanha partindo do Cáucaso avançando na direção da Ásia, através do Irã. O
plano previa o envio de pára-quedistas hindus que preparariam o terreno para a
invasão. Alguns homens foram recrutados para fazerem parte da No. 800 Bau
Lehrdivision zur besonderen Verwendung Brandenburg, uma força especial da
Divisão Brandenburg. Em janeiro de 1942 se realizou a Operação Bajadere com o
lançamento de 100 pára-quedistas hindus sobre a Pérsia, para se infiltrarem na
Índia através do Beluchistán e realizar missões de sabotagem e levantes
populares. O Oberleutnant Witzel reportou para a sede da Abwehr no Afeganistão
que as ações foram um sucesso.
A Asad Índia (Índia Livre), estava ligada aos
Brandenburgers e era uma
unidade de tamanho regimento, formada por voluntários indianos e prisioneiros de
guerra. Treinada na Alemanha, uma parte foi atuar na Índia contra os ingleses,
enquanto a outra serviu na Alemanha em unidades antiaéreas.
A Afghanische Kompanie (Companhia Afegã) contava com 20 homens e em 1940 viajaram em um vôo comercial da Áustria até o Afeganistão. Nessa operação eles levaram duas toneladas de equipamentos, e até um m canhão 20×138mmB Rheinmetall FlAK30 desmontado, dentro de trinta malas diplomáticas. Os homens da Companhia Afegã eram fluentes em farsi, pushtu e urdu.
África Os Brandenburgers lutaram ao lado do Afrika Korps, com homens fluentes no inglês e no árabe, usando veículos britânicos capturados se infiltravam atrás das linhas inimigas em assaltos e missões de reconhecimento. Originalmente Erwin Rommel olhava com desagrado para essas táticas, mas depois de um assalto no qual um grupo de comandos britânicos tentou matá-lo, ele aceitou os métodos dos Brandenburgers. Alguns Brandenburgers eram pilotos, e numa ocasião na África do Norte, usaram um Spitfire inglês capturado para vôos de observação. O batalhão se expandiu mais com o passar do tempo e criou-se unidades mais misturadas. A Brigada Árabe, formada principalmente de pessoas do Cáucaso, estava ligada aos Brandenburgers. A Brigada Árabe lutou a partir de 1940 no Líbano, Síria, Iraque e Irã, e mais tarde no Cáucaso, contra os russos, com aliados curdos.A Legião Árabe operava basicamente na Tunísia, contra os franceses. O Dodecaneso Dissolução da Divisão
Brandenburgo Por isso a Divisão Brandenburgo foi convertida em uma divisão de infantaria motorizada, a exceção de 1.800 Brandenburgers, inclusive o próprio Barão Adrián von Fölkersam, que pediram para serem transferidos para as forças SS do Coronel Otto Skorzeny e seu Jagdverbande, unidade com missões similares aquelas da Divisão Brandenburger. Alguns destes homens estavam entre os da Brigada 150, durante a Operação Greif, que na ofensiva das Ardenas foram enviados para missões atrás das linhas aliadas, causando verdadeiro caos, e criando a idéia, até hoje não provada, de que tinham como missão assassinar o General Eisenhower, Comandante-em-Chefe Aliado na Europa. Eventualmente, muitos foram capturados e executados como espiões e sabotadores, pois usavam uniforme aliado, o que lhes negava o direito de apelarem para a Convenção de Genebra sobre o tratamento de prisioneiros de guerra. Como aconteceu também com as forças pára-quedistas que foram transformadas em simples unidades defensivas de infantaria, os Brandenburgers também perderam o seu espírito de corpo. Apesar de se sentirem bons soldados. O altos oficiais alemães, sempre viram a unidade com desconfiança, e apenas a suportavam. Em 13 de setembro de 1944, a Divisão de Brandenburgo foi transformada numa divisão Panzergrenadier e anexada ao Corpo Grossdeutschland. Até o fim da guerra, a unidade foi usada como um tipo de brigada de fogo e raramente participou de ações tipo comandos. A divisão terminou a guerra em plena retirada da frente russa, sendo capturada em abril de 1945. A Divisão Brandenburgers ganhou mais condecorações e elogios que qualquer outra unidade de tamanho comparável, no exército alemão. As unidades Brandenburgers operaram em quase todas as frentes - nas invasões da Polônia; Dinamarca e Noruega; na Ofensiva Ocidental; na Operação Barbarossa; na Finlândia (em conjunto com tropas finlandesas, em alguns dos mais espetaculares raids da guerra); Grécia na invasão de Creta; Romênia (onde defenderam os poços e refinarias de petróleo de Ploesti de sabotagem); Bulgária; Iugoslávia; Iran (omentando um levante contra a ocupação inglesa); Iraque; India. Algumas unidades, como vimos, foram também enviadas para se infiltrar na Índia, Afeganistão, e até na África do Sul. Os Brandenburger foram usados todas as frentes onde os alemães lutaram. Operaram na Dinamarca e Noruega, durante a invasão destes paises; Finlândia, em conjunto com tropas finlandesas, em alguns dos mais espetaculares raids da guerra; na Espanha ( Plano Félix, a projetada tomada de Gibraltar ); Franca, Bélgica, Holanda, Inglaterra ( na preparação da abortada Operação Seelowe); Itália, Grécia( especialmente no ataque aerotransportado a Creta ); Romênia ( onde defenderam os poços e refinarias de petróleo de Ploesti de sabotagem ), Bulgária, Iugoslávia e Bálcãs, Rússia, Líbia( como parte do Afrika-Korps), Tunísia, Egito, Jordânia, Síria, Iran ( fomentando um levante contra a ocupação inglesa ), Iraque e outros paises do Oriente Médio, Afeganistão,Índia e África do Sul. Destino final O Brandenburger era antes de mais nada um combatente. Quando o Afrika Korps teve que se render aos britânicos e americanos, os homens do Brandenburg se negaram a serem confinados a um campo de prisioneiros de guerra. Lançando mão de qualquer embarcação de pesca buscavam cruzar o Mediterrâneo e desembarcar na Sicília. Pois queriam continuar lutando e o fizeram mesmo até o fim da guerra. Para os comandos especiais não havia nenhuma missão impossível. A maioria dos Brandenburger fizeram somente a coisa mais razoável naquelas circunstâncias, para qual tiveram o treinamento e a experiência suficiente: desapareceram sem deixar trilha. Muitos continuaram sua vida de aventura, indo servir a outros paises. Depois da guerra, os comandos britânicos recrutaram vários ex-Brandenburgers que dominavam bem o idioma inglês. Quando o serviço desses terminou, muitos imigraram para países africanos. Muitos outros se uniram a Legião Estrangeira francesa, e foram lutar principalmente na Indochina. Muitos serviços de informação adotaram as táticas e a doutrina dos Brandenburgers. Americanos e russos usados sem uma dúvida muitos deles em suas missões secretas durante a Guerra Fria. Muitos estados africanos, recém criados, usaram muitos deles como mercenários. O chefe dos serviços de segurança do presidente da Indonésia, Sukarno, era um Brandenburger. Mao Tse-Tung e o separatista Tshombé do Congo foram aconselhados por Brandenburgers e muito outros lutaram a serviço do Egito. Algumas informações que constam desta página foram tiradas do site www.panzerdivision.com.br Nossos sinceros agradecimentos a Ricardo Vianna
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