|


Sten
Gun

Pára-quedistas britânicos em uma de suas
primeiras missões em Bruneval, 1942.
Eles estão armados com a Sten MkII
A Sten Gun, ou simplesmente Sten, foi uma submetralhadora
desenvolvida para o Exército Britânico como arma de emergência, no início da
Segunda Guerra Mundial. A Sten, classificada oficialmente como machine carbine
(carabina metralhadora), foi projetada como uma arma barata e fácil de fabricar
para poder ser produzida em larga escala. Destinava-se a complementar as
Submetralhadoras Thompson americanas, consideradas de melhor qualidade, mas
também de muito mais difícil aquisição nos números necessários. No contexto
histórico de sua criação a Grã-Bretanha se ver sozinha contra a Alemanha, depois
da retirada de Dunquerque. Os britânicos precisam urgentemente repor os seus
estoques de armas e precisam ser armar para uma possível invasão nazista da
Inglaterra, a visão dos
Fallschirmjäger (pára-quedistas alemães)
vindos do céu armados com suas MP40 aterrava qualquer britânico. Os britânicos estavam comprando quase todo o estoque de
Thompsons dos EUA, mas mesmo assim não dava para suprir as
suas necessidades e depois com a entrada dos EUA na Segunda Guerra em dezembro
de 1941, fez com que a demanda ficasse maior nas
industrias que fabricavam as Thompsons.
O nome da
arma resultou da conjugação das iniciais dos sobrenomes dos inventores Reginald
V. Shepherd (Inspetor de
Armamentos do Armaments in
the Ministry of Supply Design Department no The Royal Arsenal, Woolwich e Harold J.
Turpin (Draughtsman
Senior do
Design Department of the Royal Small Arms Factory (RSAF) com as
duas primeiras letras do local de fabricação Enfield.
|

|
|
Sargento dos
CHINDITS
do 7th Nigerian Regiment na Birmânia em 1944. ele
está armado com uma Sten MKIII.
|
A fabricação da Sten requeria uma quantia
mínima de mecanismo e esforço industrial usando componentes de metal prensado
simples e solda secundária. Muito da produção poderia ser executado em pequenas
fabricas anexadas a Enfield. Durante a sua produção o seu designe foi
simplificado: o modelo mais básico, o Mark III, poderia ser produzido de cinco
horas/homem de trabalho. Algumas das versões mais baratas foram feitos só com 47
partes diferentes.
As submetralhadoras tinham canos desatarracháveis
para limpeza ou armazenagem e o alojamento do carregador girava para formar uma
sobrecapa na abertura de ejeção. Feito por uma variedade de fabricantes, freqüentemente com
partes subcontratadas, algumas armas Sten logo apresentaram problemas de
operação, às vezes em combate. O seu pente, copiado da MP40 alemã nunca tinha
seu processo industrial completado satisfatoriamente.
A arma
não possuía ajuste de mira ou seletor de tiro. sua coronha era feita de uma
única peça de arame dobrado. Em geral todos os modelos fabricados desta arma
apresentavam casos de enguiços frequentes causados pelo seu carregador bifilar
de saída única e pela munição de
baixa qualidade utilizada pelos britânicos. Por ser uma arma extremamente
barata, era fartamente distribuída para uma grande quantidade de exércitos
e forças de resistência que se levantassem contra o Eixo.
Perto do final de 1941, foi introduzida uma nova versão da Sten, designada Mk
II, que marcaria o início de uma longa série de mudanças na arma básica. A Mk II
era uma Mark 1 despojada, com a intenção de simplificar os processos de
fabricação tanto quanto possível. Os armeiros britânicos sempre se orgulharam do
acabamento e eficácia de seus produtos. Metais cuidadosamente trabalhados e
acabados e guarnições em nogueira haviam há muito estabelecido uma tradição, mas
a luta pela sobrevivência cedo reduziria a questão a seu termo essencial:
somente a eficiência importava, e o aspecto grosseiro das armas britânicas
acabou estabelecendo uma tendência na fabricação mundial de metralhadoras
portáteis por um bom período. A Mk II representa o apogeu dessa tendência: foi a
arma mais feia e grosseira jamais utilizada pelo exército britânico; parecia
barata (vagabunda) porque em certa medida o era, seu metal grosseiro dando-lhe o
aspecto geral de peça de sucata. Além disso, tendia a desmontar-se
espontaneamente quando caía e sofria um choque razoável.
Apesar de todos os
defeitos a Mk II funcionava, e em que pese a intenção de simplificação, tinha,
em relação à Mark I, um interesanne aperfeiçoamento: o alojamento do carregador
era soldado a uma luva giratória, mantida em seu lugar por uma mola, que podia
ser movida para cima 90° e servia, em condições adversas, como cobertura contra
a entrada de sujeira pela janela de ejeção. Um dispositivo muito útil,
principalmente nas batalhas travadas no deserto. Os soldados britânicos, acostumados com os fuzis Lee- Enfield, de alta qualidade, e com
as metralhadoras do tipo leves Bren, de acabamento primoroso, logo apelidaram
a Mk II de "Thompson de lata", mas fizeram bom uso dela. As Sten nunca
atingiram inteira popularidade entre as tropas, principalmente por problemas
de alimentação: o carregador era de qualidade relativamente baixa, o que podia
ser explicado pela construção apressada com material inferior, e provocava
freqüentes emperramentos.
As bordas, principalmente, eram muito fáceis de
amassar, praticamente inutilizando a peça. Também se verificou que a sujeira e
a areia do deserto invadiam a caixa com facilidade e travavam a plataforma de
transporte. Para reduzir um pouco esses problemas era necessária uma maior
limpeza, e os carregadores, que necessitavam um acessório especial para o
remuniciamento, eram geralmente inutilizados com 30 cartuchos para reduzir a
compressão da mola e adiar sua fadiga.
|

|
|
Os
BRITISH
COMMANDOS
preferiam
as Submetralhadoras Thompson americanas, mas a Sten
com silenciador era ideal para operações clandestinas.
|
As forças britânicas e coloniais pareciam ter um apetite insaciável por Sten.
No início de 1942, já haviam sido produzidas mais de 100.000 unidades das versões
iniciais e não havia indicações de redução da demanda. Além das inevitáveis
perdas e danos ocasionados pelo uso, mais e mais unidades estavam sendo formadas
e treinadas, e a perspectiva de uma invasão do continente europeu pelo noroeste, com
previsão de intensos combates a curta distância em vilas e cidades, fazia mais
próxima uma necessidade ainda maior por armas desse tipo.
A nova força de
pára-quedistas
britânicos foi amplamente armada com as
Stens.
Além das forças
regulares, também as forças de resistência que operavam nos países ocupados
passaram a requisitar cada vez mais Sten, bastante adequadas a ações
clandestinas. Também era difícil estabelecer prioridades, já que a demanda por outros tipos de arma era igualmente grande. Como recurso para aumentar a produção
restava reduzir e simplificar, fazendo com que três armas pudessem ser
produzidas no tempo anteriormente ocupado por duas, e com pouco mais que a
mesma matéria-prima. No aspecto de produção, as colônias foram de grande valia,
principalmente o Canadá. Apesar de fabricada
de acordo com as especificações inglesas as Sten "canadenses" podiam ter acabamento um tanto melhor, e a
coronha metálica ser mais robusta. Também tinha baioneta. As Sten fabricadas no
Canadá entraram em ação no
ataque a Dieppe, em 19 de agosto de 1942, quando o exército canadense lutou
bravamente.
A Mk II representou o ponto mais baixo da história das Sten, e a partir dela a
qualidade começou a melhorar. Praticamente todos os componentes continuavam
sendo fabricados em pequenas empresas e oficinas, a maior parte delas sem
qualquer experiência anterior na produção de armas de fogo, mas, talvez devido à
experiência que foi se acumulando, o acabamento geral melhorou bastante em
relação ao inicial. A versão Mark 3, em aparência uma mistura das Mark 1 e 2,
foi fabricada em grande quantidade; a versão Mark 4, apresentada em 1943, não
chegou a entrar em produção, por exigir, pelas mudanças introduzidas, um
esforço adicional para a fabricação.
A ela se seguiu a Mark 5, provavelmente a
melhor de todas as Sten, que entrou em serviço em 1944 e nele
permaneceu até a década de 60. De aspecto muito próximo ao de suas predecessoras,
era de construção mais robusta e bem cuidada, e tinha coronha (algumas com
chapas da soleira em latão) e empunhadura do tipo pistola em madeira; também
podia ser equipada com a baioneta padrão. A grosso modo, as Sten silenciadas
pode ser considerada uma Mark 5 com silenciador, ainda que houvessem detalhes
de projeto e construção diferentes. As primeiras experiências com as Sten
silenciadas foram bem-sucedidas o suficiente para que a arma despertasse a
admiração do coronel Skorrzeny, famoso oficial alemão, que entre outras
operações arriscadas, planejou e executou o resgate de Mussolini. Em 1944
decidiu-se que um arma daquele tipo era novamente necessária, e o
silenciador padrão da Mk II (S) foi acoplado à Mark 5; os exemplares que
receberam o acessório passaram a ser designados Mark 6 (S).
A velocidade de saída do projétil da Mark 5 era maior que a velocidade do som no
ar, e em conseqüência um dos problemas a resolver era o do estrondo sônico. Para
reduzir a velocidade do projétil a níveis adequados foram abertos no cano
pequenos orifícios para escoamento dos gases em expansão. O silenciador tendia a
se aquecer rapidamente e não se aconselhava o disparo de rajadas através dele, a
menos que fosse extremamente necessário. A 6 (S) foi utilizada durante a Segunda
Guerra Mundial principalmente por tropas aerotransportadas e membros dos
movimentos de resistência.

Sten com silenciador
Apesar de seus defeitos a Sten Gun foi uma das
armas mais formidáveis utilizadas durante a Segunda Guerra Mundial, de grande
influência no resultado do conflito. No pós guerra continuou em uso pelo
exército britânico até ser substituída pela Submetralhadora Sterling. Hoje,
sabe-se que pelo menos 6 milhões de Sten foram produzidas durante a Segunda
Guerra Mundial.
Serviço

Forças da Resistência francesa armadas com
Stens e granadas, atacam unidades das SS em 1944
A Sten, especialmente a Mark II, tendeu a atrair o afeto e o ódio
em medida igual. Seu aparecimento peculiar quando comparado a outras armas de
fogo da época, combinava às vezes confiança questionável agregada a uma linha de
produção de fundo de quintal. A grande vantagem da Sten era sua
facilidade de produção em massa em um tempo de escassez e perigo para a
Grã-Bretanha.

Commandos britânicos próximos a Caen em 1944.
O da esquerda está armado com uma Bren Gun e o
da direita com uma submetralhadora Sten.
Os modelos MK II e MK III foram considerados por muitos
soldados muito temperamentais, e poderiam disparar acidentalmente se derrubados.
Outras disparam automaticamente quando selecionados para fogo simples ou fogo
simples quando colocadas em automático. Isto era particularmente verdade nas
primeiras Stens que usam uma trava de bronze.
As Stens podiam falhar em momentos inoportunos. Um dos
mais celebres assassinatos da Segunda Guerra, o de Reinhard Heydrich no dia 27
de maio de 1942, quando um soldado eslovaco - o subtenente eslovaco Jozef Gabcík
apontou a sua Sten mas teve problemas com ela quando ia matar Heydrich. Outro
soldado rapidamente lançou uma granada que feriu mortalmente Heydrich. Há outros
episódios sobre a insegurança da Sten, alguns deles verdadeiros, alguns
exagerados e alguns são verdadeiros.

Soldados britânicos da 50a Divisão
(Nortumbriana) - Todos estão usando o uniforme padrão P37/40, capacete
Mark II com rede e tiras, botas e tornozeleiras Mk 37 cinto Mk 37 bolsas Mk II &
III, cantis Mk 37 e ferramentas de cavar. As armas consistem na Sten SMG Mk II, o
fuzil Lee Enfield Nº 4 Mk I 7,7mm e a
metralhadora Bren.
A Sten a curta distância era uma arma devastadora contra
seções armadas só com rifles não-automáticos. Além do Exército regular e a
Comunidade britânica, muitos movimentos de resistência na Europa ocupada
receberam via
Special Operations Executive
- SOE
muitas remessas de Stens. Devido ao seu perfil esbelto e facilidade de
desmonte, elas eram boas para serem transportadas e encobertas. Os guerrilheiros na Europa
ficaram experts em consertá-las e modificá-las, e ainda fabricarem modelos
baseados na Sten (foram fabricados mais de 2.000 Stens e aproximadamente
700 Blyskawica SMGs na Polônia ocupada).

Membro do Batalhão Gurt, do Exército Clandestino polonês em
Varsóvia, em agosto de 1944. Ele está armado com uma
Blyskawica ou 'Lightning' SMG, de 9mm
parabellum. Esta arma "caseira" foi projetada por Waclaw
Zawrotny e Seweryn Wielanier, e era baseada nos desenhos da MP40 e e
da Sten pesava um pouco mais de 3kg. Foram fabricadas cerca de 700,
os componentes eram atarraxados e não soldados o que facilitava a
fabricação. Era uma arma
efetiva até 100 jardas, o que era perfeitamente adequado para as
batalhas de rua.
A Sten não foi usada na Itália devido a exigência dos EUA
do uso da munição .45 ACP. Os americanos alegavam que o uso do 9 mm teria gerado
competição com espaço de remessa já limitado.

Fallschirmjägers em ação nas Ardenas em 1944. O
Pára-quedista alemão da esquerda tem uma Sten Mk II.
O Sten foi usada mesmo depois do fim da Segunda Guerra Mundial, enquanto
substituiu submetralhadora Lanchester na Marinha Real até os anos 1960 e foi
usada na Guerra da Coréia, inclusive em versões especializadas por forças
especiais britânicas.
Foi lentamente retirada de serviço pelos britânicos nos
anos 1960 sendo substituída pela Sterling SMG no Exército britânico, enquanto o
Canadá adotou uma arma semelhante, a C1 SMG para substituir a Sten.
O Sten foi um das poucas armas que o Estado de Israel conseguiu produzir
domesticamente durante a Guerra Árabe-israelense de 1948. Até mesmo antes da
declaração do Estado de Israel, o Yishuv tinha produzido Stens para o Haganah.
Depois da declaração, Israel continuou a fabricação de Stens para uso das IDF. O lado adversário também usou Stens,
particularmente o irregular e semi-regular Exército de Liberação Árabe.
Na guerra civil chinesa, ambos os lados usaram a Sten.
Quando na década de 1950s as armas britânicas foram identificadas com o "L"
no Exército britânico - as Stens passaram a ser conhecidas como L50 (Mk II), L51
(Mk III) e L52 (Mk V).
O Exército finlandês adquiriu quantias moderadas de Stens no
anos 1950, principalmente Mk III. Em seu serviço finlandês se viu usada de forma
limitado pelos conscritos (notavelmente os nadadores de combate) e era
principalmente armazenada para uso em uma mobilização futura.
Um das últimas vezes em que a Sten foi usada em combate durante seu serviço com
os britânicos estava sendo usada pelo RUC durante a Campanha de 1956-1962 na
Irlanda do Norte. Em serviço estrangeiro, a Sten também foi usada na Guerra
Indo-paquistanesa 1971. Em 1971 várias Stens foram usadas pelos guerrilheiros
durante a Guerra de Libertação de Bangladesh. Vários Stens, em número limito
foram usadas pelas Forças Especiais dos EUA durante a guerra de Vietnã,
inclusive pelos Rangers.
Dados técnicos

A famosa Sten Gun de 9mm
Tipo: Submetralhadora
País: Reino Unido
Inventores: Reginald
V. Shepherd e Harold J. Turpin
Data de projeto: 1940
Tempo em serviço:
1941 - década de 1960
Características:
Calibre 9 mm Parabellum
Cadência do Tiro: 500
tpm
Velocidade de saída do
projétil: 365 m/s
Alcance eficaz: 46 m
Peso: 3,18 kg
Comprimento total:
760 mm
Comprimento do cano:
196 mm
Alimentação:
carregador de 32 munições
Variantes: Mk.I, Mk.II,
Mk.IIS, Mk.III, Mk.IV, Mk.V e Mk.VIS
Variantes oficiais
-
Mark I:
primeiro modelo desenvolvido, com acabamento de alta qualidade. Tinha um punho
dianteiro de madeira (ou, ocasionamente, de aço) e uma coronha tubular. A
manga estendia-se até à boca do cano, a qual levava um tapa-chamas cónico. As
Sten Mk.I capturadas, utilizadas pelos alemães foram, por estes, designadas
MP748(e);
-
Mark
I*: variante simplificada da Sten Mk.I através da eliminação do tapa chamas e
do punho frontal;
-
Mark
II: a versão da Sten mais produzida e utilizada, com um acabamento muito mais
rude que a Mk.I. Incorporava um cano destacável, projectando-se 75 mm para lá
da manga, e o encaixe do carregador pivoteável de modo a tapar a janela de
ejecção. Algumas Mk.II dispunham de uma coronha de madeira. As Sten Mk.II, ao
serviço dos alemães, foram classificadas como MP749(e);
-
Mark II
(Canadense): variante da Sten Mk.II fabricada no Canadá, com acabamento de
qualidade superior;
-
Mark
IIS: variante da Mk.II com silenciador integral. Designada como MP751(e) ao serviço alemão;
-
Mark
III: desenvolvimento da Sten Mk.II, fabricada tanto no Reino Unido como no
Canadá. As maiores diferenças em relação à Mk.II consistiam na unificação da
caixa da culatra, janela de ejecção e manga do cano (a qual era mais alongada,
cobrindo uma parte maior do cano). Além disso, o cabo era fixo. As Sten Mk.III
capturadas forma designadas pelos alemães como MP750(e);
-
Mark
IV: protótipo, nunca adoptado para serviço. Consistia numa Sten de dimensões
pouco superiores a uma pistola,
com um tapa chamas cónico, um punho de pistola, uma coronha muito leve e um
cano muito mais curto;
-
Mark V:
versão que incorporava punho dianteiro, punho traseiro e coronha em madeira e
um suporte para baioneta. As bandoleiras das Mk.V atribuídas às tropas
pára-quedistas podiam levar 7 carregadores;
-
Mark
VIS (ou Mark 6S): versão com silenciador integral especial originando uma
redução da velocidade de saída dos projecteis para 305 m/s. Basicamente
resultou da aplicação do silenciador da Mk.IIS à Mk.V.

Pára-quedista britânico armado com uma
Sten Mk V em ação durante a Operação Market Garden
Cópias ou derivadas estrangeiras
-
Gerät
Potsdam: cópia alemã da Sten Mk.II fabricada pela Mauser em
1944 para uso em operações clandestinas e de sabotagem;
-
Gerät
Neuminster: cópia exacta da Sten, inclusive com marcas de prova iguais às
britânicas, desenvolvida pela Mauser. Desconhece-se a razão deste projecto
secreto alemão;
-
MP3008: submetralhadora desenvolvida, como
medida de emergência, pela Mauser em 1945, a partir da Sten, Destinou-se a
equipar as Forças Populares de Defesa Territorial (Volkssturm),
recebendo o apelido de Volksmachinenpistole (pistola-metralhadora do
povo). A principal diferença, em relação à Sten, era a posição vertical do
carregador;
-
Austen
Mk.I: derivação da Sten fabricada na Austrália. Austen significa Australian
Sten (Sten australiana);
-
Sten
(Norueguesa): cópia da Sten fabricada na Noruega;
-
Sten
(Polaca): cópia da Sten fabricada na Polónia;
-
Sten
(Dinamarquesa): cópia da Sten fabricada na Dinamarca.
O que você achou desta página? Dê a sua opinião, ela é importante para nós.
Assunto:
Sten
|